0
Skip to Content
Your Site Title
Home
Comunidade
Formação
Experiência
Trilhas Formativas
Quem somos
Conteúdos
Entrar na turma
Conteúdos exclusivos
Your Site Title
Home
Comunidade
Formação
Experiência
Trilhas Formativas
Quem somos
Conteúdos
Entrar na turma
Conteúdos exclusivos
Home
Comunidade
Formação
Experiência
Trilhas Formativas
Quem somos
Conteúdos
Entrar na turma
Conteúdos exclusivos
Psiquiatria em Movimento
Psiquiatria em Movimento
Biblioteca do aluno

Capacidade decisória

Acesso restrito a alunos cadastrados. Informe seu e-mail e a senha de acesso para usar esta escala.

E-mail ou senha inválidos. Verifique os dados ou entre em contato com a coordenação.
◀ Voltar a Calculadoras e Escalas
Este material é de uso exclusivo do aluno matriculado. A leitura é monitorada e identificada por e-mail e data de acesso — não é permitido copiar ou compartilhar este conteúdo.
Psiquiatria em Movimento
Capacidade decisória
PSIQUIATRIA EM MOVIMENTO · BIBLIOTECA DO ALUNO

◀ Calculadoras e Escalas

Sumário

Escala clínica · psiquiatria forense

Capacidade decisória

Avaliação estruturada da capacidade de consentir ou recusar tratamento, pelos quatro domínios de Appelbaum: compreensão, apreciação, raciocínio e expressão de escolha. Preenchimento na tela e geração de PDF para o prontuário.

Appelbaum PS. Assessment of Patients’ Competence to Consent to Treatment. N Engl J Med, 2007

Escala de Avaliação da Capacidade Decisória

Instrumento clínico estruturado para avaliar a capacidade de um paciente consentir ou recusar tratamento, com base nos quatro pilares descritos por Paul S. Appelbaum: compreensão, apreciação, raciocínio e expressão de escolha. Preencha na tela e gere o PDF ao final — o arquivo sai pronto para anexar ao prontuário.

Como interpretarO julgamento final sobre a capacidade decisória é clínico e integra os quatro domínios — não é uma soma aritmética de pontos, e nenhum domínio isolado decide o resultado. Um paciente pode recusar a recomendação médica e ainda assim ser considerado capaz, desde que o raciocínio subjacente seja coerente.

Identificação

1 Compreensão (Understanding)

O que avalia: capacidade de entender e reter as informações factuais relevantes — diagnóstico, tratamento proposto, riscos, benefícios e alternativas.

Perguntas sugeridas
  • Diga com as próprias palavras o que eu falei sobre o problema atual com a sua saúde.
  • Qual é o tratamento recomendado? Quais são seus possíveis benefícios e riscos?
  • Quais são os tratamentos alternativos e seus riscos e benefícios?
  • Quais são os riscos e benefícios de não se tratar?

O que observar: se o paciente consegue reproduzir a informação de forma coerente, ainda que com palavras próprias — não é necessário domínio de termos técnicos, mas evidência de que a informação foi retida e compreendida em seu conteúdo essencial.

2 Apreciação (Appreciation)

O que avalia: capacidade de reconhecer que a informação recebida se aplica à própria situação concreta, e não apenas como conceito abstrato — envolve juízo crítico (insight) sobre a própria condição.

Perguntas sugeridas
  • O que você acredita que seja o problema com a sua saúde?
  • Você acredita que precisa de algum tipo de tratamento?
  • O que é provável que o tratamento proporcione a você?
  • O que leva você a crer que o tratamento venha a ter esse efeito?
  • O que você acredita que possa acontecer se não fizer o tratamento?
  • Por que você acha que eu recomendei esse tratamento?

O que observar: aqui costumam aparecer quadros de negação de doença (falta de insight) — o paciente pode demonstrar compreensão formal da informação (domínio 1), mas não conseguir reconhecê-la como aplicável a si mesmo (ex.: descreve sintomas de mania corretamente, mas nega que sejam seus).

3 Raciocínio (Reasoning)

O que avalia: capacidade de manipular a informação de forma lógica, comparando racionalmente as opções e ponderando consequências — o processo decisório em si, não apenas o conteúdo da decisão.

Perguntas sugeridas
  • Como você decidiu aceitar ou rejeitar o tratamento proposto?
  • O que faz a opção escolhida ser melhor do que a opção rejeitada?

O que observar: o foco não é se o paciente concorda com a recomendação médica, mas se existe um processo lógico e consistente de comparação entre as opções — a decisão pode ser diferente da recomendação e ainda assim ser considerada competente, desde que o raciocínio subjacente seja coerente.

4 Expressão de escolha (Expression of a Choice)

O que avalia: capacidade de comunicar uma decisão de forma clara e razoavelmente estável ao longo do tempo, permitindo que a escolha seja identificada e respeitada.

Perguntas sugeridas
  • Qual é a sua decisão final em relação ao tratamento proposto?
  • Recomenda-se repetir a pergunta em momento posterior da mesma entrevista, ou em entrevista subsequente, para verificar a estabilidade da resposta.

O que observar: oscilações extremas e incoerentes na decisão — para além da ambivalência normal do processo de decidir — podem indicar comprometimento neste domínio; é comum em quadros de desorganização do pensamento ou instabilidade acentuada do humor.

Quadro-resumo

DomínioPergunta-sínteseClassificação
1. CompreensãoO paciente entendeu a informação?—
2. ApreciaçãoO paciente reconhece que isso se aplica a ele?—
3. RaciocínioO paciente comparou as opções de forma lógica?—
4. Expressão de escolhaO paciente comunica uma decisão estável?—
⚠️ Uso clínico auxiliar — não substitui o julgamento psiquiátrico. A escala organiza e documenta a avaliação; a conclusão sobre capacidade decisória é do médico que examina o paciente, considerando funções cognitivas (atenção, memória, pensamento, juízo), humor e sensopercepção.

O PDF sai como imagem: não permite selecionar, copiar nem editar o texto.

Psiquiatria em Movimento

contato@psiquiatriaemmovimento.com

@psiquiatriaemmovimento